O Que Eu Penso D… Highlander – Para Além das Brumas

Ficha Técnica:
Título Original – Beyond The Highlander Mist
Título – Highlander – Para Além das Brumas (Highlander nº1)
Autora – Karen Marie Moning
Editora – Saída de Emergência
Edição – Março 2012
ISBN – 9789896374075
 

Sinopse:
Um Laird fascinante
Ele era conhecido por todo o reino como Açor, lendário predador de campos de batalha e alcovas. Não havia mulher capaz de recusar o seu toque, mas mulher alguma lhe fizera jamais estremecer o coração — até uma vingativa fada trazer Adrienne de Simone, aos trambolhões, da Seattle dos tempos atuais para a Escócia medieval. Cativa num século que não era o seu, ousada até mais não, sem papas na língua, ela era um desafio irresistível para o conquistador do século XVI. Coagida a casar-se com Açor, Adrienne jurou mantê-lo à distância — mas a sua doce sedução devastou tal resolução.

Uma prisioneira no tempo
Ela tinha um perfeito “não” nos seus perfeitos lábios para o famigerado laird, mas Açor jurou que ela haveria de sussurrar o seu nome com desejo, implorando a paixão que ele ansiava por inflamar dentro dela. Nem mesmo as barreiras do tempo e do espaço o deteriam na conquista do seu amor. Apesar da sua incerteza quanto a seguir os impulsos do seu coração apaixonado, as reservas de Adrienne não igualavam a determinação de Açor em mantê-la ao seu lado…

Opinião:
Este livro pareceu-me uma montanha russa de tantos altos e baixos que encontrei.
Começou mal, melhorou, piorou, melhorou e acabou por piorar. Não sei se é da minha memória mas não me lembro dos outros highlanders terem uma história tão contraditória.
Refiro-me ao geral e ao particular.
No geral pois tanto temos relatos crus e maldosos como temos discursos muito, mas mesmo muito “lamechas”! Perdi a conta aos “meu amor” e “meu coração”. Sim foi amor à primeira vista, mas é preciso começar logo com falinhas com excesso de mel?
O que mais gostei foi mesmo a parte mágica, de ela aparecer e desaparecer. Gostei também do primeiro encontro entre Adrienne e o ferreiro. É curioso como notei mais faisca ai do que quando ela se virou e encontrou o Açor! 
Gostei também do romance que vai aparecendo muito subtilmente entre a mãe de Açor e o cozinheiro. Muito engraçadas as ultimas cenas.
Achei o passado de Adrienne com o “sempre-duro” muito forçado e demasiado dramático, mas compreendo que Moning tenha inserido este facto para Adrienne ter uma carga emocional um pouco maior e também ter razoes para ser escolhida pelo Adam Black. Confesso que não me lembro do outro livro sobre ele. 
Por fim, e um ponto muito importante, é o facto de Açor ser um laird lindo e maravilhoso e de cair para o chão e afogarmo-nos na baba, mas depois metem um modelo horrível (segundo os meus critérios claro) na capa. Ou seja, acabei por imaginar um Adam muito melhor do que o personagem principal. 
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