O Que Eu Penso D… O Beijo da Meia-Noite

Ficha Técnica:
Título Original – Kiss of Midnight
Título – O Beijo da Meia-Noite (Raça da Noite nº1)
Autora – Lara Adrian
Editora – Quinta Essência
Edição – 2011
ISBN –  9789898228437

Sinopse:
Gabrielle Maxwell, uma reconhecida artista de Boston, celebra o êxito da sua última exposição exclusiva. Entre a acalorada multidão, sente a presença de um sensual desconhecido que desperta nela as fantasias mais profundas. Mas nada relacionado com essa noite nem com esse homem é o que parece. À saída, Gabrielle presencia um homicídio e, a partir desse momento, a realidade converte-se em algo escuro e mortífero, e ela entra num submundo que nunca soube que existia, habitado por vampiros urbanos.
Lucan Thorne é um vampiro, um guerreiro da Raça, que nasceu para proteger os seus – assim como os humanos que com ele coexistem – da crescente ameaça dos vampiros renegados. Lucan não pode correr o risco de se unir a uma humana, mas quando Gabrielle se converte no alvo dos seus inimigos, não tem escolha e é forçado a levá-la para esse outro mundo que lidera, no qual serão devorados por um desejo selvagem e insaciável. Nos braços do formidável líder da Raça, Gabrielle irá enfrentar um extraordinário destino de perigo, de sedução e dos mais sombrios prazeres…

Opinião:
Cito-me a mim própria:

Vampiros. Humanos. Renegados. Esbirros.
Estas são as “raças” que preenchem
O Beijo da Meia-Noite.
Não vou negar o déjà vú com o primeiro volume da colecção da Irmandade da Adaga Negra, mas posso dizer, em defesa de Lara Adrian, que esta lhe adicionou alguns pormenores novos. Estes não são muito originais, mas conseguem fazer um mínimo de diferença que faz com que esta nova colecção não seja catalogada completamente como “mais do mesmo” e sim “parecido com”.
Neste primeiro volume, o factor erótico não é muito desenvolvido ou aprofundado, dando oportunidade à acção e ao drama de se mostrarem mais.
As “companheiras de raça” e a sua marca foram pontos positivos, tal como o facto do grupo de machos protagonistas ser composto por homens solteiros e não solteiros. Além disso, o destino que  nos é mostrado de alguns também veio contribuir para distinguir esta obra da referida de J.R. Ward.
A morte, a traição intima, o passado das personagens principais, tal como das suas famílias, contribuem para uma história mais completa, interessante e emocionante.
A revelação final foi surpreendente. A identificação da personagem vilã é-nos de alguma forma ocultada, o que poderá prender o leitor até ao fim.
A leitura é bastante fluída. Tanto as descrições, como os cenários, os diferentes tipos de relações, os vilões e o rol de personagens contribuem para uma obra agradável e confortável.
Não gostei da evolução da relação principal, visto que começou com bastante emoção e clímax, mas no final transformou-se quase completamente em algo lamechas. Claro que gostei do final feliz, mas este foi demasiado óbvio e final.
O uso excessivo das palavras “calidez”, “imprecações” e os seus derivados, tornou o texto um pouco repetitivo. Ignoro se este facto é responsabilidade da tradutora ou da autora.
O excerto do próximo volume que nos é facultado no final do livro, deixa-nos sem dúvida com curiosidade em relação à sua continuação.

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