O Que Eu Penso D… Cura

Ficha Técnica:
Título Original – Cura
Título – Cura
Autor – Robin Cook
Editora – Publicações Europa-América
Edição – 2011
ISBN – 9789721061989

Sinopse:

Agora que o neuroblastoma potencialmente fatal que tomou conta do seu filho parece estar em plena remissão, a médica legista de Nova Iorque, Laurie Montgomery, volta ao trabalho no Gabinete de Medicina Legal, onde trabalha há mais de duas décadas.
Preocupada com a incerteza de ainda ter estofo para o seu trabalho ou não depois da longa ausência, Laurie depara-se com um primeiro caso que é nada mais do que um puzzle altamente perigoso e da maior importância, que envolve o crime organizado e duas empresas recém-criadas de biotecnologia, num jogo de audazes. Apesar dos conselhos e avisos dos seus colegas e do seu marido, o também colega Jack Stapleton, Laurie está determinada a resolver o mistério que este caso representa.
Satoshi Machita, um ex-investigador da Universidade de Quioto, é o detentor de uma patente extremamente valiosa que diz respeito às células estaminais induzidas pluripotentes, que serão a base para a construção de uma industria de triliões de dólares na área da medicina reconstrutiva. Quando este morre numa plataforma do metropolitano de Nova Iorque, cheia de pessoas, Laurie tera de decidir se a sua morte se deve a causas naturais – ou algo mais… diabólico.
Nas sombras, escondem-se pessoas que gostariam de ver Laurie bem longe da morte de Satoshi. Apesar das ameaças que recebe, ela insiste, até que as estas começam a ser tornar-se bem reais e afectam a pessoa que ela mais ama no mundo: o seu filho J.J.. Subitamente, Laurie não terá outra escolha senão resolver o crime e salvar o seu filho.
Opinião:
A expectativa já estava um pouco mais baixa pelo tempo que fui adiando e adiando ler algo de Robin Cook, mas graças ao Clube dos Leitores lá fiquei com uma desculpa para experimentar.
Maldita a hora!
Primeiro como não conhecia a história de Laurie Montgomery nem da sua família ou amigos senti-me um pouco distante nas partes em que estas eram referidas. Além disso, a camaradagem entre ela e os amigos e colegas de trabalho, a intimidade entre ela e o marido, e ali acredito que houve um romance que quero ler, e toda a infancia do filho, estão bastante patentes ao longo do livro o que deixa aquela sensação de vazio que por um lado faz perder o interesse no livro como por outro nos faz querer ler a “saga” do inicio.
Outra razão, e esta é ainda mais importante, é o facto do escritor se repetir muitas vezes. E quando digo muitas, acreditem que são mesmo muitas, tanto que nos ultimos capitulos andei a ler aos saltos. Quando começava um paragrafo com a mesma lengalenga, como os pensamentos de Laurie, saltava para o paragrafo seguinte.
Isto tudo é uma pena, porque em termos de suspense e de história acho que o livro até tem potencial, mas os diálogos aquando o POV dos gangues ou até mesmo o capitulo em si são muito extensos e maçadores, nada que nos agarre ao thriller em si.
A parte que eu estava mais à espera e que gostava mais que são as autópsias foi o que menos foi elaborado, o que me desiludiu bastante e contribui para ter uma lembrança muito negativa em relação a toda a história e suas vertentes.


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