O Que Eu Penso D… As Quatro Últimas Coisas

Ficha Técnica:

Título Original – The Last Four Things
Título – As Quatro Últimas Coisas (O Braço Esquerdo de Deus nº2)
Autora – Paul Hoffman
Editora – Porto Editora

Edição – 2011
ISBN –
9789720045591

Sinopse:
Morte, Juízo, Paraíso e Inferno.
As Quatro Últimas Coisas que nos reserva o Destino.

Agora há uma Quinta.
O Seu Nome é Thomas Cale.

De regresso ao Santuário dos Redentores, Thomas Cale parece aceitar o papel que lhe é atribuído: o destino escolheu-o como o Braço Esquerdo de Deus, o Anjo da Morte. O poder absoluto está agora ao seu alcance; o terrível zelo e domínio militar dos Redentores é uma arma nas suas mãos e ele está pronto para cumprir o objectivo supremo da Única e Verdadeira Fé – a destruição da Humanidade.

Mas talvez o sombrio poder dos Redentores sobre Cale não seja suficiente – ele vai do amor ao ódio num abrir e fechar de olhos, da bondade à mais brutal violência num segundo. A aniquilação que os Redentores procuram pode estar nas mãos de Cale – mas a sua alma é muito mais estranha do que alguma vez poderão imaginar…

Opinião:

As expectativas costumam ser altas, principalmente depois de o primeiro volume nos surpreender tanto. As Quatro Últimas Coisas foi um livro que nem me desiludiu nem me surpreendeu. Penso que ele apenas me satisfez a curiosidade, mas não me deixou tão deslumbrada como o primeiro.
Aqui os amigos de Cale têm um protagonismo muito maior. Adorei principlamente as partes com o Kleist! O que eu me ri com a sua relação com a rapariga e os restantes familiares.
Cale por sua vez pareceu-me um pouco mais apagado, mais violento também, sendo esta muito mais crua e que não apela em nada à nossa simpatia ou compreensão. De qualquer forma, gostei de reler sobre o seu intelecto e sobre a sua força, principalmente as suas tácticas e estratégias de guerra.
Uma cena que me ficou e me fez dar gargalhadas foi quando fazem uma certa descoberta sobre o papa defunto e sobre as marteladas! Ahahah muito bom, que espetáculo. Apanha-nos completamente desprevenidos…
Outra cena foi o tratamento feminino que o amigo de Cale recebeu. Não gostei muito da imagem que aquelas raparigas representam, mas no contexto da história foi um óptimo “aditivo” que nos faz rir mais um pouco.
A escrita de Paul Hoffman continua a ser bastante original e cativante, com a sua montanha-russa de amor, ódio e humor. O mistério e as surpresas também tornam tudo mais viciante.
Em relação à capa, gosto muito mais desta. Aquelas asas subtis só se fizeram ver quando estava a meio e já nem sei porque é que me foquei no desenho.

Resumindo, este é um volume que serve apenas para nos fazer rir, e muito, e nos contar mais um pouco da história de Thomas Cale, dos seus amigos e também dos seus inimigos.

Frase Preferida:
Muitas flores nascem e desabrocham sem serem vistas e desperdiçam a sua doçura no ar do deserto.” página 26

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