O Que Eu Penso D… Magia e Sedução

Sinopse:
Gilliam e Sally Owens são duas órfãs que foram educadas pelas tias numa pequena vila. Criadas como crianças normais, tiveram desde tenra idade de lidar com a fama da família Owens. Com efeito, há mais de dois séculos que as mulheres da família conhecem os segredos das ervas, das curas e dos rituais para proteger as colheitas. As pessoas da cidade chamam-lhes bruxas, mas recorrem a elas quando há necessidade, embora passem muito tempo a culpá-las de todo o mal à sua volta. É neste contexto que Sally e Gillian partem, tentando esquecer os fantasmas do passado. Gillian, a irmã rebelde, parte para uma grande cidade para viver diversas relações sem futuro até ao dia em que conhece o violento Jimmy, que a maltrata. Quanto a Sally, a irmã responsável, casa-se e tem duas filhas, mas fica viúva pouco depois, mudando-se para uma nova cidade com o objectivo de poder dar uma nova vida às suas filhas, prestes a entrar na adolescência. Quando menos espera, tem Gillian à sua porta, acabada de chegar com um drama na sua vida e com uma surpresa na bagageira.
Opinião:
Se viram o filme e gostaram, então de certeza que não se vão desiludir.
Aqui encontramos, obviamente, muitos mais pormenores e personagens, com algumas alterações de cenário (ou então é a memória que me falha), o que é comum quando comparamos um filme com um livro.
Influenciada pelo filme e pela minha preferência pela Sandra Bullock, Sally Owens é a minha personagem preferida do livro. A sua pureza e honestidade conquistaram-me desde inicio, ao contrário da alma perdida da irmã Gilliam.
Escrito de uma forma diferente e com uma historia mais complexa, Magia e Sedução veio colocar Alice Hoffman num patamar acima, visto que esta obra melhorou a opinião que tinha de Encantamento. Entre estes dois livros o único ponto em comum é a magia, mas mesmo esta é-nos apresentada de maneiras diferentes, cada um com a sua versão e com a sua aplicação.
Não tenho, portanto, nenhum aspecto negativo a apontar. Poderia referir a irritação que Gilliam me provoca, ou até Antonia, mas todos estes sentimentos negativos demonstram o quanto Alice Hoffman consegue expressar com as suas personagens.
Os cenários são poucos, mas todos eles aproveitados ao máximo. Há uma parte em que me baralhei um pouco com o local, mas como aqui o que mais nos envolve são os acontecimentos, a leitura progrediu normalmente.
Renovo, assim, a minha recomendação e fico à espera que Confissões ao Luar não me desiluda e, sim, que me surpreenda.
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